Reunião entre síndicos do Paranoá Parque e Adasa: Caesb pode voltar a atender serviços no residencial!

Em reunião com a Adasa – Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal, representando a comunidade do Paranoá Parque os síndicos Missael Alves e Silvano Lima, tentaram uma solução para que a CAESB volte a atender ocorrência no residencial de baixa renda que faz parte do programa Morar Bem no DF, extensão do minha casa minha vida do governo federal.

A CAESB parou de atender as ocorrências de serviços no Paranoá Parque no início de 2021. Segundo a “nova norma” o custeio e responsabilidade de serviços tais como vazamentos em encanação ou em hidrômetros, a partir desse ano, deverá ficar por conta dos próprios moradores ou dos condomínios.

A reunião que contou com o presidente da ADASA, Raimundo Ribeiro, ocorreu de forma virtual pelo zoom, nesta segunda-feira dia 05 de abril, e foi intermediada pelo empresário e policial civil Carlos Tabanez.

(Criado em 2014 para atender famílias de baixa renda do Distrito Federal, o Paranoá Parque tem cerca de 25 mil moradores. O número é semelhante à população do Jardim Botânico e ultrapassa a quantidade de habitantes de cidades como Candangolândia, Park Way, Fercal, Núcleo Bandeirante e Varjão).

De acordo CAESB, do hidrômetro geral para dentro das quadras nos condomínios, todos os vazamentos inclusive nos hidrômetros individuais, deverão ser custeados R$ pelos moradores ou pelos condomínios quando os vazamentos foram na rua.

Segundo a Caesb, se houver ocorrência de vazamentos de água no meio da rua, dentro das quadras do Paranoá Parque, o síndicos das quadras deverão contratar mão de obra para fazer as escavação no local e sanar o vazamento, tudo por conta R$ do condomínio.

No mês passado, Tabanez e os síndicos Missael Alves e Silvano Lima do Paranoá Parque, estiveram na presidência Caesb para tentarem resolver o problema. O que segundo informações da presidência do órgão só seria possível com uma nova resolução da ADASA. Veja matéria abaixo:

Caesb não atenderá mais ocorrências no Paranoá Parque! Manutenções R$ ficarão por conta do Moradores e dos Condomínios

O presidente da ADASA, Raimundo Ribeiro se mostrou solidário ao pleito apresentado por Tabanez e os síndicos Missael e Silvano. Além de ser bem receptivo com sua equipe e os superintendentes do órgão.

Tabanez explicou para Raimundo Ribeiro e os demais técnicos da ADASA que os moradores do Paranoá Parque precisam ser atendidos pelos serviços da CAESB que até o início do ano eram realizados normalmente. Junto aos síndicos do residencial solicitarão que os serviços voltem a ser prestados pela CAESB.

Participaram da reunião representando a comunidade do Paranoá Parque:

O empresário e policial civil Carlos Tabanez, o síndico Missael Alves, o síndico Silvano Lima.

ADASA: O Raimundo Ribeiro – Diretor-Presidente da Adasa, Luzia Damazio – Secretária do Diretor-Presidente, Rafael Machado Mello – Superintendente de Abastecimento de Água e Egoto – SAE, Leandro Diniz Oliveira – Regulador na SAE, Patrícia Cárceres – Reguladora na SAE, Rossana S. de Castro – Reguladora na SAE, Aline Martins – Secretária na SAE, Cássio Cossenzo – Superintendente de Estudos Econômicos e Ficalização Financeira – SEF.

Segundo o superintendente da Adasa, Rafael Machado Mello, o entendimento é que se deve fornece água e serviços da CAESB está na entrada do bloco.

Há um entendimento na resolução 14 e 15 novembro de 2011 na qual dispõe que Uma vez solicitada prestação de serviço até uma determinada localização, a Caesb não poderia ou não deveria se negar a executa-lo.

O Diretor-Presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, prometeu para a próxima sexta-feira, dia 09 de abril, uma reunião com a CAESB para chegarem a um entendimento e um acordo a fim de que os serviços voltem a ser prestados de forma normal no residencial Paranoá Parque. Desde que, seja possível claro.

Enquanto a comunidade aguarda ansiosa a volta dos serviços da CAESB no residencial, o Informa Tudo DF acompanha atentamente os desdobramentos desta demanda do Paranoá Parque.

Ao que parece, tudo vai depender da reunião entre Adasa e Caesb no próximo dia 09.